Cortar é a palavra de ordem

Por Maria Inês Dolci

Com a atual situação econômica este é o momento de avaliar muito bem o peso dos pagamentos obrigatórios (água, energia elétrica, condomínio, aluguel ou prestação do imóvel, compras de supermercado, refeições fora de casa, medicamentos, telecomunicações, transporte, plano ou seguro saúde), para não correr o risco de comprometer em demasia os seus rendimentos.

Fazer as contas e ver onde dá para cortar é a saída, já que as contas estão subindo dia a dia e os salários não tiveram tais reajustes. Com tudo isto fica difícil manter a desejável poupança para criar um ‘colchão’ de proteção para dias mais difíceis (tratamento de saúde, desemprego, despesa inesperada) ou mais felizes (viagens, passeios, troca de carro ou compra de imóvel, faculdade do filho). Dias melhores virão?