O uso de cartão nos camelôs

A popularização dos cartões de crédito e débito e o uso das maquininhas móveis fez com que até os camelôs passassem a trabalhar com esta modalidade de pagamento em São Paulo. Mas é confiar demais entregar o cartão enquanto o carro está parado no sinal vermelho para comprar bugigangas. Além de não haver garantia sobre o produto adquirido há o risco de o sinal abrir no meio da transação e daí você faz o que? Não aconselho a correr esses riscos.

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11 comentários feitos no blog

  1. FREIHERR VUZ comentou em 02/09/12 at 11:02 Responder

    É OFICIALIZAR UMA COISA NÃO AUTORIZADA – CAMELÔS.

    NOSSO PAÍS – COM O FRACO CONCEITO DO COITADINHO – NUNCA VAI SAIR DO MISERÁVEL.

  2. Jorge Medalla Sobrinho comentou em 02/09/12 at 11:27 Responder

    Aqui em Osasco, em frente a um Supermercado existe uma banquinha já tradicional pelo tempo que opera vendendo todo tipo de mídia pirateada (DVDs, Cds, jogos para computador e outros). Eles já tem, vejam só, o Windows 8. Aceita cartão de crédito e débito com o uso dessas maquininhas móveis e, com certeza, não se tratando de uma empresa regular, imagino que exista alguma tramóia nessas transações. O pior é que tenho observado filas de pessoas adquirindo esses produtos (sem nenhuma garantia) e pagando com cartão. A polícia passa sempre ao largo, sem tomar nenhuma providência. Lamentável e triste. O risco é calculado.

  3. José Carlos comentou em 02/09/12 at 11:34 Responder

    Graças ao nosso baixissimo nivel cultural eles prosperam, isto é o resultado da falta de políticas que deveriam regulamentar o setor.

  4. Batistuta comentou em 02/09/12 at 11:39 Responder

    Voce tem salário pra escrever isso?

  5. Ronaldo Costa comentou em 02/09/12 at 14:01 Responder

    Concordo com a posição da colunista, com apenas uma ressalva. Considero cartão de débito/crédito de utilização perigosa em qualquer estabelecimento comercial, então só uso em total emergência, tipo preço fantástico e faltou dinheiro. Os critérios nacionais de honestidade são excessivamente flúidos e a legislação frágil protege o mal-intencionado. A ditadura do plástico não substituiu minha república do dinheiro vivo.

  6. robson comentou em 02/09/12 at 14:11 Responder

    o uso do cartão nos sinais eu nunca vi, mas nos camelôs com ponto fixo já vi faz tempo. Aliás, eles são até mais honestos, pois eles protegem os clientes e não querem policia rondando sua área. Se vc quiser um lugar seguro para comprar é nos camelôs, eu já vi eles se unindo para dar uma surra num bandido que havia roubado a bolsa de uma senhora.

  7. Gilberto comentou em 02/09/12 at 15:39 Responder

    Até os camelôs? credo que preconceito!
    Há camelôs que são MEI e outros que trabalham muito bem!
    Texto infeliz!

  8. Jorge Medalla Sobrinho comentou em 02/09/12 at 18:58 Responder

    Interessante. Maria Inês Dolce refere em seu texto a “camelôs” e esse tipo de comerciante não são legalizados, ou seja, não tem inscrição nos órgãos públicos. A obtenção de registro junto a operadoras de cartão de crédito só é possível quando a empresa comerciária está totalmente legalizada, com inscrição estadual, CNPJ e outras. Nesse passo não dá para entender como um “camelô” utiliza a maquininha móvel. É evidente que eles tem parceria com alguma empresa, não se sabe a que título e, ademais, esse comércio trabalha com “muambas”, ou seja, produtos contrabandeados ou pirataria. O risco é sim, calculado.

  9. Leonardo comentou em 02/09/12 at 18:59 Responder

    É uma fonte fácil para se clonar cartões. Cuidado pessoal!!!!

  10. ilda comentou em 02/09/12 at 19:06 Responder

    Se é perigoso usar cartão nas agências bancárias, de repente até pode dar certo nos camelós, mas q é risco, isso é.

  11. Luis comentou em 03/09/12 at 0:53 Responder

    É legalizar o que é ilegal!

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