Maria Inês Dolci

Defesa do Consumidor

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A advogada Maria Inês Dolci é coordenadora institucional da ProTeste. Atua há mais de 20 anos na área de defesa do consumidor e é autora e coautora de várias publicações na área.

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Mesmo com IPI menor carro brasileiro sai caro

Por Maria Inês Dolci

Quem correu para as concessionárias temendo que a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros acabaria se arrependeu. Foi prorrogada a isenção até 31 de outubro, o que significa que dá para tentar comprar modelo 2013, mas haverá dificuldade em encontrar carro novo para pronta-entrega. A previsão do setor é que as filas de espera devem se manter até o final do ano. A elevada procura foi na contramão da produção industrial, que caiu 8,5% entre janeiro e julho deste ano em relação ao mesmo período de 2011, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A redução do IPI para automóveis vigora desde maio: carros com motor 1.0 feitos no Mercosul tiveram alíquota cortada de 7% para zero. O imposto para modelos 1.0 importados caiu de 37% para 30%. Carros com motor flex de 2 litros do Mercosul ou da cota de importação do México tiveram redução de 11% para 5,5%. Os demais carros flex importados receberam redução de 41% para 35,5%. No caso dos demais carros, com motor a gasolina, a redução havia sido de 13% a 6,5% (Mercosul e cota de importação do México) e de 43% para 36,5% (demais importados).
Mas o carro brasileiro ainda é muito caro em comparação com outros países.

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