Na contramão da taxa básica de juros, a Selic, que desde o início do ano caiu de 11% para 8% os juros anuais médios dos cartões de crédito subiram de 237,9% em janeiro para 323,14% em junho. Na comparação do juro do cartão de crédito no Brasil com outros seis países da América Latina a Proteste constatou que as taxas brasileiras são quase seis vezes maiores que o segundo colocado, o Peru (55% ao ano), seguido pelo Chile (54,24%) e Argentina (50%). Na outra ponta do ranking está a Colômbia, com juro do cartão de crédito em 29,23% ao ano. A economista Hessia Costilla da Proteste, diz que não há uma explicação econômica para o Brasil ser campeão desses juros. A partir do momento que a Selic cai, os juros ao consumidor deveriam acompanhar essa trajetória. Ou seja, nem pensar em não quitar a totalidade da fatura do cartão. Depois disso, é como refinanciar o restante da dívida, a juros astronômicos. Esse tipo de campeonato não interessa ao consumidor, e ao País. O que está sendo feito para mudar isto?
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Maria Inês Dolci
Defesa do Consumidor
Perfil Maria Inês Dolci é coordenadora institucional da Pro Teste e colunista da Folha Leia mais
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Os juros do crédito rotatibvo do cartão de crédito, estão em torno de 15%, 16% ao mês. O Banco Central nada faz. A inadimplência do consumidor é cada vez maior. Vivemos em país sem lei.
No Brasil pode tudo, carros mais caros do mundo mas não os mais seguros, cartões de credito com juros absurdos, tarifa de celular é uma facad@, impostos, taxas, tudo da mais alta existe aqui. Afinal, somos uma população rica não é? E na contra-mão temos os serviços, que estes sim são de terceiro (acho que quarto) mundo. Sendo brasileiro, dá até vergonha de ler e comentar isto. Temos muito o que crescer e principalmente, AMADURECER.
O consumidor brasileiro colocou o chapéu de burro ao acreditar em “10 vezes sem juros” no país do juro mais alto do planeta. O resto é apenas decorrência.
Ué!! E a tal da bronca de Dona Dilma na turma??? Era só jogo de cena?? Enquanto não fizer as reformas trabalhista, tributária, previdenciária, fiscal e logística continuaremos assim. Gogó não baixa nada não dona Dilma, Acorda!!!! @thiagohart
É isso aí, prezado internauta Dario… CONCORDO EM GÊNERO, NÚMERO E GRAU… Quanto mais esclarecida for a pessoa, mais ela sofre. Deveria haver alíquota 0 ( zero ) para gêneros de primeira necessidade, remédios ( QUE, ALIÁS, O ESTADO NÃO CUMPRE SEQUER O PRECEITO CONSTITUCIONAL DE QUE É SEU DEVER…) e outros itens necessários. Agora, REFORMAS PROMETIDAS ? SÓ SE FOR UM REMENDO OU UM PUXADINHO…
Problema de quem usa, na medida em que usa se quiser. Não tenho a menor pena.
Vamos ver se agora a Sra Dilma manda Caixa e BB baixarem os juros do cartão para 10% ao ano… e deixar os bancos que financiam sua campanha (todos os privados) enfurecidos !!