O governo volta a falar na possibilidade de permitir que o lojista cobre a mais do consumidor se ele usar o cartão na hora do pagamento. Insisto que cartão é dinheiro, principalmente num perÃodo em que o risco de andar com cédulas no bolso é cada dia maior. O consumidor já paga uma anuidade para ter o cartão, e se quitar a conta na data do pagamento, não tem porque ser penalizado com preço maior. Se o lojista aceita cartão tem que assumir os custos com a administradora. Se não quiser é só não aceitar. Vamos pressionar para que não volte preço diferente no cartão.
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Infelizmente mais uma maneira de tentar tirar mais dinheiro do bolso dos brasileiros que já são duramente penalizados pela alta carga tributária!
O cartão aumenta em até 10% o preço dos produtos. É um absurdo sua afirmação Maria. O pagamento em espécie devia ter 10% de desconto obrigatório por Lei. E para quem não acha seguro andar com cedulas, lute por um paÃs digno que tenha segurança e não fiquem tentando mudar o foco dos problemas.
Sinceramente, me parece inocente este pensamento de “cartão é igual a dinheiro”. É óbvio que uma exigência deste tipo, ao invés de beneficar os usuários de cartão de crédito (diga-se de passagem utilizo muito) prejudicaria os que pagam em dinheiro pois os lojistas embutiram também no valor pago em dinheiro os custos do pagamento via cartão.
Esta senhora não se cansa deste assunto. Impressionante é uma pessoa tão ativa em direitos do consumidor ter uma posição tão retrógrada.
Receber 2% a menos dali a 40 dias não é o mesmo que receber em dinheiro à vista. É absurdo não permitir que não se possa cobrar diferente, quando nitidamente há custos diferentes.
No fim, o consumidor que custa menos para o lojista paga pelo que tem maior comodidade, em vez de cada um pagar pelo seu custo.
Seria como dizer que não pode cobrar frete diferente para lugares diferentes e que, quem não quiser cobrar tudo igual, não é obrigado a disponibilizar serviço de entregas em domicÃlio.
Por mim, digo que o consumidor que não quiser pagar mais caro por sua comodidade que não compre.
O Sr. Tomas tem uma visão simplista. Claro que é melhor receber em dinheiro, mas o consumidor compra muuuuito mais com cartão, e o seu lucro é maior. Vem depois de 40 dias, é só uma questão de tempo, mas o bom comerciante tem que ter projeção , plano de negócio, pensar no futuro!! Quem pensa como o Sr. Tomas com certeza perde muitos clientes e nem se dá conta.
Tem total razão. Com cartão o lojista pode vender mais. E sim, tem que ter plano de negócio e pensar no futuro. Parte desse plano de negócio pode incluir incentivar as vendas à vista para reaplicar mais capital no negócio.
Portanto, tem também que deixar o lojista decidir o que faz sentido para ele (dinheiro mais ou menos barato que cartão) e deixar cada um tomar sua decisão de incentivos para o consumidor.
Raciocine. A loja paga X% do valor da venda para a operadora, paga pelo uso da máquina, apos deduzidos esses valores recebe 30 dias apos a venda e paga tambem se quiser antecipar o recebimento.O problema está na OPERADORA e não na LOJA.
O sistema atual, muito ao contrário do que afirma a colunista, prejudica o consumidor e beneficia as operadoras de cartão. O consumidor não sabe quanto está pagando de taxa embutida no preço do produto (além do que ele já paga de anuidade, obviamente). E, sem esse conhecimento, as operadoras – que já são poucas – não precisam competir entre si para cobrar taxas menores. Para o consumidor que usa dinheiro, a situação é ainda pior, pois tem de arcar com uma taxa a que não deu causa. Tomara mesmo que o Governo ganhe mais essa queda de braço.
Não acredito que o governo pensa em permitir que isso ocorra! Que absurdo. Além de pagar mais no exterior, agora em território nacional? Não bastavam a ganância de muitos comerciantes e a cobrança de impostos unilaterais do governo?
Todo custo já está no preço, não existe almoço grátis!
Discordo veementemente da opinião da escritora. As empresas arcarem com abusivos 3 a 5% de taxas de cartão e ainda o custo do capital de 40 dias para receber é que é um absurdo.
TÃpica opinião de quem estuda pouco de finanças e acredita que os preços aumentarão: os preços estão altos por esse tipo de ineficiência!
Como diria os americanos, não existe almoço grátis.
E óbvio que não pode ser a mesma coisa as duas formas de pagamento. Quem paga o pato é quem usa espécie. O comerciante vai embutir no preço o custo. Se acabar com essa temeridade, as operadoras de cartão terão que baixar as taxas que cobram dos comerciantes para não perder mercado.
Concordo com você inteiramente, Maria! Querem embutir (além do que já fazem, mas não com autorização legal) os custos da operadora do cartão no consumidor; não havendo qualquer garantia de que o pagamento em dinheiro tornaria o produto efetivamente mais barato! Ou seja, comerciante e operadora de cartões ganham; consumidor paga a conta… temos que aprontar uma gritaria; esta proposto é um abuso!
Só uma bolada de $$$ proveniente das opeadoras de cartão explica a posição da colunista, suposta “defensora do consumidor”.
Ao impedir o desconto pra quem paga em dinheiro, impede-se a concorrência do cartão com o dinheiro.
Só aqui no Bananão (paÃs a corrupção) é assim. Resultado? As maiores taxas do mundo para operadoras.
PrejuÃzo pro consumidor, lucro pro duopólio visa-mastercard – e pra turma que ganha a bolada de $$$…
Não Sra, cartão não é igual dinheiro. Para aceitar cartão, é preciso alugar maquina a um preço absurdo, dinheiro não. Para aceitar cartão, é preciso esperar um mês ou até mais para receber, dinheiro não. Matemática simples.
Maria Inês Dolci ,é uma pena ser colunista num jornal tão interessante e vc ser desprovida de bom senso á este ponto.
Pois o bom senso quer que um consumidor que facilita a fluidez nos pagamentos, injetando dinheiro vivo e liquido na economia, dinheiro que pode ser imediatamente reinvestido, através de pagamento de funcionnarios, pagamento de conta ou titulo ou de despesa diaria dentro d´uma empresa, este consumidor sim, mereçe ter e ganhar uma vantagem que se chama ”DESCONTO”.
E ninguém, nem o governo pode proibir uma loja de dar desconto á um cliente quando ela bem quer. O fato é que a colunista, de má fé, entende que o consumidor pagando em cartão paga mais caro, enquanto a realidade é o consumidor que paga em dinheiro que solicita um desconto e o obtém.
A sua pressão, Maria Ines Dolci ,deveria ser para que as administradoras de cartão repassem para as empresas o valor das vendas num prazo de 48 horas como se opera na Europa e não com 30 dias como é o caso no Brasil .Maria Ines vc sabia disso?
E vc insista em dizer que cartão é dinheiro? Então peça para o seu patrão pagar o seu salario em cartão.
Também vc poderia ”pressionar ”como vc disse as administradoras á não cobrar anuidade, ou “pressionar” o governo á impor segurança nas ruas para que tudo mundo possa andar neste pais com cedulas no bolso sem medo.
Mas não, vc prefere ”pressionar” a classe empresarial, aquela que dá emprego, aquela que constroi o Brasil de todo dia, aquela que arrecada imposto etc… Que falta de coragem da sua parte , ter medo de enfrentar os grandes(as administradoras de cartão) e os poderosos(o governo), preferindo bater nas empresas pequenas e medias .
Esta falsa revolução sua , esta falsa defensa de consumidor não esconde as suas ideias COMUNISTAS.
Falou e disse, concordo 100%. Deviamos começar a pressao sobre o UOL para a dispensa dessa colunista
Tenho minhas duvidas se a colunista e burra ou mal intencionada!
receio que seja os dois!
em qualquer lugar do mundo dinheiro tem custo, quem paga hoje nao pode pagar o mesmo que quem paga em 45 dias!
Eu faço questão de explicar ao cliente que numa compra em 3x sem juros, a administradora fica com 13% Sendo que a cada 1000 reais, recebo 870,00. Igual a dinheiro? Duvido.
Está errado. O custo da venda para o comerciante é diferente, pois com cartão ele demora mais para receber e paga tarifas. Se o custo é diferente, faz todo sentido o preço final ser diferente. Preços não refletem qualidades intrÃnsecas das coisas, mas sim o seu custo de produção. Ao obrigar o comerciante a praticar o mesmo preço, ele optará pelo maior e que quiser pagar a vista perderá o desconto. É o mesmo caso dos preços que são iguais a vista ou em três vezes. Os juros estão embutidos e todos pagam o custo financeiro quer usem o crédito ou não. Além do mais, deve haver liberdade de comércio. As partes devem ser livres para pactuar qualquer coisa que não seja abusiva.
Para o comerciante, cartão não é igual a dinheiro, pois recebe depois e descontadas as taxas. Não sou comerciante, não raciocino. E sinto-me prejudicado ao saber que, no preço dos serviços e produtos que compro, está incluÃdo o custo do cartão, mesmo que eu pague com dinheiro. Acho justo que quem paga com dinheiro pague menos. E quem paga com cartão está ganhando milhas, pontos, sei lá.
É tendenciosa a forma que a bloguista escreveu “O governo volta a falar na possibilidade de permitir que o lojista cobre a mais do consumidor se ele usar o cartão na hora do pagamento”. O que estamos falando não é cobrar mais e sim permitir que se dê desconto quando o pagamento é em dinheiro. Na transação com cartão de credito ou debito, as taxas chegam a ultrapassar 5%, tem o aluguel das maquinas, tem taxa de tranferencia bancaria, e ainda um custo muito alto que são as linhas telefonicas pois cada transação é descontado um pulso, hoje custando aproximadamente R$0,30. Para quem vende produtos de pouco valor, por exemplo R$ 1,00, significa 30% do valor de venda do produto. Somando todas as taxas verifiquem quanto sobra para o comerciante. E segundo o Codigo de Defesa do Consumidor, o comerciante é obrigado a aceitar qualquer valor como pagamento com cartão caso essa madalidade de pagamento é aceita pelo estabelecimento. Pior para o comerciante que trabalha com mercadorias de pequeno valor, insignificante para quem trabalha com mercadorias mais caras. Como podem ver a bloguista defende as empresas de cartão, pois não tem concorrencia com o dinheiro vivo, defende em parte as empresas grandes que trabalham com grandes valores, e o pequeno comerciante, aquele que dá mais emprego, se vira sem ninguem para defendê-lo.
Que tal reescrever a primeira sentença do post da colunista desta forma:
“O governo volta a falar na possibilidade de permitir que o lojista cobre a mais do consumidor se ele usar o cartão na hora do pagamento.”
–>
“O governo volta a falar na possibilidade de permitir que o lojista cobre *a menos* do consumidor se ele *não* usar o cartão na hora do pagamento.”?
A redação escolhida pela colunista só demonstra a quem ela serve. Em momento algum levantou ela prós, contras e muito menos deixou claras as partes interessadas: consumidores, lojistas e bancos detentores das bandeiras de cartões de crédito. Estes, os que verdadeiramente seriam “prejudicados” por tal medida (se é que é possÃvel prejudicar essa turma de alguma forma).